12/04/2012

Plots from duality [Love, Ether & Ice]

- Está a decorrer desde 18 de Abril 2012 a Exposição Individual:
"Plots from duality [Love, Ether & Ice]"
 - Galeria Gomes Alves / Pousada Santa Marinha da Costa
Largo Domingos Leite de Castro
Lugar da Costa
4810-011 Guimarães    
Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012

Pousada Santa Marinha da Costa





07/01/2012

Breath of Memories - Exposição individual

A partir do proximo dia 19 de Janeiro 2012, quinta feira às 18h30, estará patente uma exposição individual, em Lisboa - Galeria Cidiarte, sob o título "Breath of Memories". Apresentará algumas das minhas obras mais antigas, reforçando a perspectiva de um percurso percorrido.
Estão todos convidados! :-)


Breath of Memories

“A obra de arte é o único objecto que nos dá a indicação de que cada objecto precisa da sua própria ciência” – Roland Barthes

O simples acto de pensar parte de coligir, de buscar entre um conjunto disperso de experiências que constitui a memória, algo ordenado (mesmo que de forma labiríntica, ainda que com narrativas só inteligíveís aquele que a preserva), algo que de cada vez que se procura se reordena e renova, gerando o gozo da aprendizagem incessante, que a cada pesquisa faz novas descobertas geradoras de prazer viciante e de novas memórias. Por isso as memórias respiram, como vivas que são. Assim, pode perceber-se a importância que tem para a artista a consciência deste dispositivo poderoso da memória material que mantém perto de si - diria mesmo, que integra em si e respira consigo - como gramática resultante e desde logo reutilizável em momentos de catarse pessoal. Mais do que o encontro consigo própria, a constituição e pesquisa desse acervo de memórias vivas fomenta a criação de si propria.
Para Joana Soberano, a Natureza é conscientemente fundamental (mesmo indispensável), ao seu equilibrio e à sua verdade. Talvez seja a sua grande mestra. Ela representa-a nos seus quadros como um hino à certeza da esperança, da transformação, da passagem para o outro lado, do que está para além do momento ou do espaço, do evidente, tal como uma semente é, em si própria, um momento de uma árvore que sabemos ser, muito mais do que só o que temos patente aos nossos sentidos.
No seu trabalho, as memórias e representações de paisagem são-no, essencialmente, de paisagens da mente, de palcos para emoções. Transposição ou representação de vestigios da importância de sentidos e funções que a autora reconhece ou atribui à natureza. Não esqueçamos que qualquer vestigio é uma manifestação de uma proximidade, por mais longe que possa estar o que o deixou.
Geralmente, perante cada obra sentimos a presença de dois principíos, materiais ou realidades opostas e inconciliáveis, dificeis de subordinar uma à outra. Antagonias, dualidades. Isto pode ser evidenciado pela divisão das áreas de representação pictórica, geralmente bem delimitadas, mas também por frases inseridas como pintura ou pelos títulos atribuidos, por vezes perguntas, quase advinhas.
O facto de advogar em dois campos contraditórios (o da perda/impossibilidade/impotência/dúvida e o da esperança) exige um distanciamento que se nota pela subtração do objecto representado às suas associações habituais, ao seu contexto de inserção expectável, como ferramenta para abordar a dualidade presente nos quadros apresentados e que persiste como dispositivo operativo, até aos trabalhos mais recentes, ou seja, já há mais de uma década. Esta distância (por vezes oposição), entre o que se reconhece e o que se induz a pensar é utilizada frequentemente pela artista ao serviço da afirmação positiva da vitalidade e da vitória da esperança na renovação, como manifestação (catártica?) de confiança na própria vida e é interessante que o seu processo de criação artistica consiga desse modo ter sempre latente, o código genético de uma cura, solução, ideal quase irónico, que partindo do negativo acaba por evidenciar mais veementemente o outro lado da moeda e afirmar a superação.
Outro aspecto que podemos enquadrar nesta concepção dual da artista é o facto dos seus quadros, para além de memórias de natureza ou de objectos, serem povoados por “criaturas” (insectos, aves, répteis, etc), como caricaturas e alegorias ao Humano, sendo este estado de criatura aquele a que está condenado um humano abandonado pela graça, que ainda atravessa a obscuridade sem esperança, no seu estado mais primitivo ou redutor da existência. Também aqui há um distanciamento entre o que se representa e o que se quer significar. Estas criaturas e sobretudo o desejo de fugir desse estado, despoletam a catarse redentora que aponta o caminho do crescimento, com recurso formal à palavra, ou melhor, à ideia, para evidenciar o universo exclusivo do humano não bestealizado. Isto é também dualidade entre trevas e luz, inconciliáveis, porém ambos presentes. Qualquer forma da nossa compreensão reside no intervalo entre ser e não ser.
O mundo material é mais facilmente comunicável pela ideia de representação, de semelhança, mas não é desse mundo que a artista fala. Os fenómenos mentais são exteriores ao mundo fisico mas mais próximos do objecto de trabalho de Joana Soberano. Por isso, ela tem necessidade quase permanente do auxílio das palavras, mais perto do pensamento e explicitadoras do carácter polarizado deste.
Contudo, há ainda na sua obra a necessidade de aperfeiçoar/reforçar o pensamento também através da beleza. Talvez possamos dizer, através da sensação, da percepção do belo, que não abandona todavia o campo do ideal, restando à representação, ao mundo sensível, apenas a sua imitação, que a boa capacidade técnica e oficinal da artista não logram superar, simplesmente porque é insuperável.
O belo, inantígivel do sensível é completado pelo belo não sensível no sentido fisico, mas inteligivel das ideias transcritas / transportadas nas frases ou títulos e assim, o objecto, ele todo, torna-se belo porque realiza o seu destino, como diria Hegel. Ou dito de outro modo, Ser é tão só ser percebido e por isso o objectivo de alcançar o belo é conseguido.
Apesar de tudo, tenhamos a certeza que a artista não pode prometer nada. Nada para além de honestidade e de uma atitude ética que permite que estes quadros agora expostos, alguns com quase uma década de vida, continuem a conter uma parte do momento presente, a possuir no seu interior o silêncio do tempo, no qual os enigmas profundos da vida se podem revelar.
A arte tem a séria responsabilidade de não ser entretenimento, e de trabalhar com a história, com a memória e o trauma. São importantes, não só os objetos artísticos mas também os processos intelectuais, as atitudes éticas, para além da própria criatividade. Para além disso, arte é uma construção, em que a aparência fisica (a “coisa” como diria Heidegger) é um elemento entre muitos outros; por isso uma mudança no elemento fisico não constitui uma mudança nas convenções da arte. Daí não ser de estranhar a utilização, pelo mesmo artista, de distintas ferramentas expressivas, que no caso da autora em análise, têm passado pela pintura, pela instalação e pelo vídeo... Uma e a mesma construção.
Ouvimos uma vez a Manoel de Oliveira, a propósito de um seu filme, ( “Non ou a vã glória de mandar”), dizer que “...a esperança é a única coisa que a Natureza deixou ao Homem...” e podemos acrescentar que a Arte é talvez dos poucos instrumentos deixados à Esperança. Compraz-nos concluir que Joana Soberano, pelo seu trabalho contribui para a realização da Humanidade, no minimo no sentido Beckettiano de tentar e insistir para “falhar cada vez melhor “, ou citando de memória um poeta brasileiro, contribui tão só porque “...sou um olho, não porque me vêm um olho, mas porque vejo...”.

Eduardo Rosa, Janeiro de 2012 - Texto para catálogo da exposição

25/02/2010

Curriculum Vitae

FORMAÇÃO ACADÉMICA:

- 2005/2006| 1º ano de Mestrado em Arte Multimédia – Faculdade Belas Artes da Universidade do Porto – concluído com media final de 16 valores,
2007/2008| Curso de Especialização Tecnológica de Desenvolvimento de Produtos Multimédia – CEPTON, (Instituto Politécnico de Tomar)
- 2003/2004| Curso de Design Gráfico e Multimédia I – RESTART – Escola de Criatividade e Novas Tecnologias, Lisboa
- 2000| Curso Fotografia do CEF – Centro de Estudos de Fotografia, Coimbra
- 1995/2001| Licenciatura em Pintura na ARCA-EUAC – Escola Universitária de Artes de Coimbra, média final de 16 valores
- 1993/1994 2003/2004| Curso de Iniciação ao Desenho, na S.N.B.A – Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

… 2014| Artista plástica / Designer freelancer, Ilustradora /Artesã...
2010 - 2011| Vendedora/Livreira, Departamento de livros – FNAC Leiria
2010| Colaboração equipa de Conservação e Restauro – Intervenção em Pintura Mural na Igreja Matriz de Pedrogão, Torres Novas
2007 – 2010| Designer freelancer e colaboradora - 1MS
2005| Designer Gráfica e Web Designer - Fumagráfica
2005| Designer Multimédia – Logic Training
2002- 2004| Directora Artística e Ilustradora na Revista Textos e Pretextos
2002- 2003| Professora E.V -3º Ciclo na Escola Básica 2+3 de Ceira - Coimbra
2002| Professora E.V.T na Escola Básica 2+3 de Inês de Castro – Póvoa S. Martinho do Bispo - Coimbra
2002| Estágio financiado pela PRODEP na Galeria Grade - Coimbra / Galeria Sacramento - Aveiro
2000 - 2001| Formadora e animadora de atelier’s livres para crianças – desenho, artes plasticas, expressão plástica – Tertúlia Artes e Saberes - Coimbra
2000| Recepcionista de Galeria de Arte, Galeria João Norton, Coimbra
1999| Recepcionista de Galeria de Arte, Galeria OM , Coimbra
Desde 1993 Artista Plástica, representada em várias colecções particulares de entidades privadas e públicas. (ver anexo)



OUTROS DADOS DE INTERESSE:

• 2009 - Curso de Formação Inicial de Formadores – CAP – Nersant – Torres Novas.
• 2009 - Curso de Iniciação à Programação Neurolinguística – IPPNL (Instituto Portugês de Programação Neurolinguística)
• 2008 - Curso de Produção e Gestão de Design Multimédia, subsidiado pela NERSANT, Torres Novas. (O curso apresenta formação intensiva em software de 3D open-source (Blender), sendo uma iniciativa de formação e desenvolvimento pioneiros no país.) Média final de 19 valores.
• 2004/2005 - Curso Design Multimédia, no âmbito do programa FORDESQ – Logic Training.
• Criação e colaboração de empresa sediada no Entroncamento (1MS Studio), para o desenvolvimento e comercialização de produtos nas áreas do Design gráfico, Web Design, Web services, Hosting, e produtos multimédia …


Idiomas: Inglês fluente

Informática: Conhecimentos na óptica do utilizador, em Windows e Mac; MS-DOS, Office, Internet.
-Domínio de Programas de processamento de imagem, grafismo, multimédia e Web:
* Macromedia Freehand, Flash, Dreamweaver, Fireworks, Microsoft Frontpage;
* Adobe Photoshop, Illustrator, Premiere, After Effects, Encore DVD, Audition… CS2, CS3, CS4;
* CorelDraw, etc.
-Conhecimentos em software de Desenho Técnico e arquitectura:
* AutoCad, SolidWorks…
-Domínio em software de grafismo e multimédia 3D:
* 3DStudio Max, Blender3D, Bryce-DAZ Studio, Poser-Curious Lab…
-Conhecimento outros softwares para: grafismo-TV (Combustion), e programação de projectos-instalações multimédia interactivos: (MAX MSP/Jitter – Cycling ’74)


OUTROS DADOS PESSOAIS:

Interesses: Artes Plásticas, Multimédia, Digital Art, Ciberarte, Design Gráfico, Fotografia, Cinema de Animação e 3D, Ilustração, Vídeo, Design/Decoração de Interiores/Arquitectura, Música, Literatura, Teatro, Dança Contemporânea.
Formação de um atelier dinâmico com um grupo de jovens artistas, com actividades de intervenções e instalações artísticas no meio urbano, em Coimbra.
Ex-Membro e Secretário da Direcção da Associação Antigos Alunos da ARCA-EUAC, AAA - Grupo de dinamização artística que conta com diversos projectos, acções e intervenções na área das Artes Plásticas e Performativas, por todo o país, em especial no centro de Portugal, pela qual participou, organizou e comissariou alguns eventos artísticos realizados no âmbito deste projecto. ver: http://www.aaa-euac.org/

Curriculo - Anexo (artista plástica)

Anexo: 
Exposições Colectivas, Individuais e Prémios (Como artista plástica):

. 1993 – 1º e 2º prémios em Pintura e Desenho. “Concurso de Pintura e Desenho” – E.S Maria Lamas/P. Gil Pais; - Torres Novas
. 1993 – “Salão de Outono 93” no Centro Cultural de Santarém
. 1995 – Exposição colectiva no Centro Cultural do Entroncamento
. 1996 – Exposição individual no Museu Municipal de Torres Novas
. 1997 – Exposição Colectiva “Prémio EPAL” no Museu Mãe D´agua –- Lisboa
. 1999 – Exposição Colectiva III Bienal de Arte da Fundação Cupertino de Miranda, V.N. Famalicão.
. 2001 – Exposição colectiva, Salão de Exposições da ARCA-ETAC – Coimbra
. 2001 – Exposição colectiva, ISEC - Coimbra
. 2001 – Exposição colectiva “Prémio Nacional de Pintura Júlio Resende 2001” – Gondomar
. 2001 – Exposição colectiva “Prémio de Pintura e Escultura D. Fernando II “, V edição – Sintra
. 2001 – Exposição colectiva “Pequeno Formato” , Galeria 57- Leiria
. 2002 - Exposição colectiva “Uma Exposição de Quadros – ARCA-ETAC” , Casa Municipal da Cultura - Cantanhede
. 2002 - Exposição colectiva “ Pequenos Quadros – Grandes Artistas”, Galeria Grade – Coimbra
. 2002 – Exposição colectiva “Entre Histórias”, Galeria Técnica Mista – Aveiro
. 2002 – Exposição colectiva “ 7º Prémio Fidelidade Jovens Pintores” – Culturgest – Lisboa / Porto/ Abrantes
. 2003 – Exposição colectiva “3ª Bienal internacional de arte jovem de Vila Verde”
. 2003 – Exposição colectiva “ Jovens Talentos – Grandes Pintores” Galeria Palectro – Arte Contemporânea – Coimbra
. 2003 - Exposição colectiva “Prémio de Pintura e Escultura D. Fernando II “, VII edição – Sintra
. 2003 – Exposição colectiva “Leilão Jovens Pintores” – Palácio do Correio Velho - Lisboa
. 2003/2004 – Exposição “Colectiva de Natal” - Galeria Paletro – Arte Contemporânea – Coimbra
. 2004 – Exposição colectiva “ Contemporâneo no Feminino” – Galeria Paletro – Arte Contemporânea – Coimbra
. 2004 – Intervenção plástica e performance “Em vias de...”- “Cenografias” integrado no projecto colectivo pela AAAARCA – “Encontros de Criação de Arte Contemporânea”, com o apoio da Cooperativa Teatro dos Castelos de Montemor-o-Velho, no Quarteirão das Artes, Montemor-o-Velho
. 2004 – Exposição “colectiva AAA#2”- Sevilha - Espanha
. 2004 - Exposição colectiva “Prémio de Pintura e Escultura D. Fernando II “, VIII edição – Sintra
. 2004 –“Colectiva AAA#2”- Sevilha - Espanha
. 2004 - “Prémio de Pintura e Escultura D. Fernando II “, VIII edição – Sintra
. 2005 - “Prémio de Pintura e Escultura Artur Bual – Galeria Municipal Artur Bual – Amadora
. 2005 – Colectiva “Rota das artes” – Casa da Cultura – Coimbra; Casa Municipal da Cultura – Cantanhede; Centro Arte e Cultura - Centro Internet Penela; Casa da Cultura – Ansião; Clube Figueiroense-Casa da Cultura - Figueiró-dos-Vinhos; Paços da Cultura – Guarda
. 2005 – “D. Catarina de Bragança, Imagens Contemporâneas – Academia Militar / AAAarca-euac – Lisboa
. 2005 – “Miguel Torga - Novos Olhares” – Museu Municipal, Edifício Chiado, CM Coimbra
. 2005 - Exposição colectiva “Prémio de Pintura e Escultura D. Fernando II “, IX edição – Sintra
. 2005 – Salão de Outono XIX – Bienal de Artes Plásticas, Centro Cultural Regional de Santarém
. 2005- “D. Catarina de Bragança, Imagens Contemporâneas – Academia Militar / Galeria Queiroza – Arcos de Valdevez
. 2006 – Colectiva “Tu, só tu, puro amor, com força crua” – Casa da Cultura de Coimbra
. 2007 – “Bosque com’passado”, exposição/intervenção artística de rua no âmbito do Tom de Festa ’07 – ACERT – Tondela
. 2007 - Colectiva Inauguração Galeria Sub - Arte Contemporânea – Leiria
. 2007 - Feira Internacional de Arte - Certame Nacional de Arte , Convento do Beato – Lisboa
. 2007 - Colectiva - Galeria Microarte – Lisboa
. 2007 - Colectiva - Galeria Sub - Arte contemporânea – Leiria
. 2008 - Colectiva “Portugal...” - Galeria Sub - Arte contemporânea – Leiria
. 2009 – Colectiva “Traços de Vila de Rei” – Museu Municipal de Vila de Rei
. 2009 – FONLAD #5 - Festival online de Artes Digitais. Galeria do TMG, Guarda
. 2010 – “Desmascarar”- Contagiarte, Porto
. 2010- “Nós entre imagens e palavras” – Galeria Sete, Coimbra
. 2012 - Individual "Breath of Memories" - Galeria Cidiarte, Lisboa
. 2012 - Individual "Plots from duality [Love, Ether & Ice] Galeria Gomes Alves / Pousada Santa Marinha da Costa (Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012)
. 2012 - Individual "Love... & other tales" - Bobogi / We Art, Aveiro
. 2012 - "Arte de Bolso mod. 2012" - Galeria Sete, Coimbra
. 2013 - "Viagens" - Galeria Gomes Alves, Guimarães
. 2013 - "Arte de Bolso mod. 2013" - Galeria Sete, Coimbra
. 2014 – “Silêncios Gritantes” – Galeria Hélder Alfaiate, Ericeira
. 2014 - “Colectiva Arte de Bolso mod. 2014” – Galeria Sete, Coimbra
. 2015 – “VII Bienal Pintura Pequeno Formato – Prémio Joaquim Afonso Madeira” – Alhos Vedros, CM Moita
Menção Honrosa, pelo conjunto das obras, 3º escalão – 7º Prémio Fidelidade Jovens Pintores – Culturgest
3º Prémio e Menção Honrosa - “3ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde”
1º Prémio “Traços de Vila de Rei” – Vila de Rei, Museu Municipal

Está representada na Câmara Municipal de Torres Novas, na Câmara Municipal de Vila Verde, Vila de Rei e em colecções particulares de entidades privadas e públicas em várias zonas do país.

Videos

Videos de apropriação e recriação pessoal.

Versão integral de autoria
Under Deep Forest - Part I

Projecto video-art conceptual. Atmosfera mistica, intimista, perturbadora, representando uma jornada ao profundo de uma floresta. Ás voltas e voltas... Navegação ao estado mais profundo da (in)consciencia e da genese humana em simbiose pela natureza, numa deambulação em transe pelos caminhos ambiguos da floresta ou da propria mente. Reflecte a personificação de alguem que se julga sozinho, isolado, que procura segredos e misterios apenas por si sentidos e por nós amplificados.

Under Deep Forest - Part II




Video/Exercicio de apropriação Fairlyland 
Apropriação de vários filmes de cinema e audio, recompondo para a argumentação do "Mito das Fadas". Trabalho elaborado em grupo para a disciplina de LM do mestrado Arte multimedia, com a inserção de elementos construidos em 3D (Poser).

Argumento, montagem e produção do filme da minha autoria, excluindo a criação das personagens 3D.

Looking For Something that's hard to find
Video composto por apropriação de vários filmes, no ambito da disciplina FCV do mestrado Arte multimedia. Relata a procura incessante por um ente divino, um ser ou um sentimento especial, que no mundo fisico será dificil de encontrar. No entanto esconde-se e camufla-se em alguns lugares, situações, sensações e contextos. Nem sempre alcançavel a todos, não se sabe onde está nem de que forma se manifesta, mas dá os seus toques de presença apenas aos que dele procuram e sentem.

Exposição “Silêncios Gritantes” de Joana Soberano, na Ericeira

Exposição “Silêncios Gritantes” de Joana Soberano na Ericeira Obra:  Joana Soberano “Silêncios Gritantes”, exposição da art...